terça-feira, 21 de novembro de 2017

Black Friday - Origem e explicação


Black Friday (Sexta-feira Negra, em inglês) o dia que inaugura a temporada de compras natalícias com significativas promoções em muitas lojas retalhistas e grandes armazéns. É um dia depois do Dia de Ação de Graças nos Estados Unidos, ou seja, celebra-se no dia seguinte à quarta quinta-feira do mês de novembro.[1] Esta festividade começou nos Estados Unidos e pouco a pouco e com a ajuda das novas tecnologias e a promoção deste dia por parte das diversas empresas tem-se estendendo pelo resto dos países do mundo.
Como complemento à festividade existe a ciber-segunda-feira, (conhecido também como segunda-feira cibernética ou Cyber Monday), que é um dia dedicado às compras pela Internet e que se celebra na segunda-feira depois da Ação de Graças.[2]

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Filatelia - Exposição na Biblioteca


Dia da Filatelia

Próximo  1 de Dezembro de 2017 (Sexta-feira)
A Filatelia é o colecionismo de selos postais e de material associado, assim como o seu estudo. A paixão que une os filatelistas é amealhar selos de diferentes locais, países, figuras e acontecimentos, o que lhes permite conhecer melhor um lugar, uma pessoa ou um facto. O colecionismo é um passatempo que ajuda a aumentar a cultura geral.
Pode-se dividir a filatelia em diferentes áreas de estudo, como por exemplo a história postal, a filatelia temática, selos fiscais, pré-filatelia e maximafilia.
O objetivo do filatelista é reunir o maior número possível de selos na sua coleção temática ou geral. São pequenos pedaços da história e do mundo que ele guarda para a posterioridade como um compêndio ou diário da humanidade.
Em Portugal destaca-se no campo da filatelia a Federação Portuguesa de Filatelia, que coordena a ação da filatelia portuguesa, e o Clube Filatélico de Portugal.
Nota: Irá decorrer na Biblioteca uma exposição de Filatelia. Contamos com a vossa colaboração!

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Feira do Empreendedorismo - 15 de dezembro de 2017



À semelhança de anos anteriores, irá decorrer na nossa Escola uma Feira do Empreendedorismo.
Inscrições abertas na BE para Alunos, Professores, Funcionários e Encarregados de Educação.

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Jankenpon - Jornal de Banda Desenhada de Autores Portugueses


No âmbito do protocolo LiteraturaBD, entre a Rede de Bibliotecas Escolares e o jornal Jankenpon, promove-se a seguinte iniciativa no sentido de reforçar o gosto pela leitura através da banda desenhada, e incentivar a permanência dos alunos nas Bibliotecas Escolares.

O jornal Jankenpon oferece uma assinatura grátis por aluno das escolas, cuja Bilbioteca Escolar seja assinante do jornal por 12 ou 24 números (esta assinatura não é grátis para a biblioteca escolar). 

Para receberem a sua assinatura grátis, os alunos inscrevem-se junto da professora bibliotecária através do formulário online 

Os jornais das assinaturas serão enviados para as bibliotecas escolares, na data de saida da gráfica (anterior à data de saída em banca)
Os alunos apenas poderão fazer o levantamento da sua edição do jornal nas bibliotecas escolares. 

A assinatura grátis dos alunos terá validade até o final do ano lectivo (edição de Julho 2018), podendo esta ser renovada através do repreenchimento do formulário. 

Nesta primeira fase, existem 5.000 assinaturas grátis disponíveis para os alunos.
As assinaturas serão oferecidas por ordem de chegada das inscrições no nosso formulário, independentemente da biblioteca escolar da escola/ agrupamento que o aluno frequenta.

Atenção: O número de assinaturas será aumentado nos meses seguintes, e as assinaturas serão atribuídas por ordem de chegada das inscrições. 
Ou seja: ao aumentar o número total de assinaturas para 6.000 (por exemplo), corresponderá às inscrições 5.001 até à 6.000. 

O porquê do limite de Julho 2018 nas assinaturas dos alunos
Consideramos esta data pois muitos alunos mudam de escola no final de ano lectivo, ou transitam para o ensino superior.
Deste modo, se um aluno mudar de escola, poderá renovar a sua assinatura na nova escola.
Caso o aluno transite para o ensino superior, não será feita a renovação.    


Carl Sagan


Carl Edward Sagan (Nova Iorque9 de novembro de 1934 — Seattle20 de dezembro de 1996) foi um cientistaastrônomoastrofísicocosmólogoescritor e divulgador científico norte-americano.[3] Sagan é autor de mais de 600 publicações científicas,[4]e também autor de mais de 20 livros de ciência e ficção científica.
Foi durante a vida um grande defensor do ceticismo e do uso do método científico, promoveu a busca por inteligência extraterrestre através do projeto SETI e instituiu o envio de mensagens a bordo de sondas espaciais, destinados a informar possíveis civilizações extraterrestres sobre a existência humana. Mediante suas observações da atmosfera de Vênus, foi um dos primeiros cientistas a estudar o efeito estufa em escala planetária. Também fundou a organização não-governamental Sociedade Planetária e foi pioneiro no ramo da ciência exobiologia. Sagan passou grande parte da carreira como professor da Universidade Cornell, onde foi diretor do laboratório de estudos planetários. Em 1960 obteve o título de doutor pela Universidade de Chicago.
Sagan é conhecido por seus livros de divulgação científica e pela premiada série televisiva de 1980 Cosmos: Uma Viagem Pessoal, que ele mesmo narrou e co-escreveu.[5] O livro Cosmos foi publicado para complementar a série. Sagan escreveu o romance Contact, que serviu de base para um filme homônimo de 1997. Em 1978, ganhou o Prémio Pulitzer de Não Ficção Geralpelo seu livro The Dragons of Eden. Morreu aos 62 anos, de pneumonia, depois de uma batalha de dois anos com uma rara e grave doença na medula óssea (mielodisplasia).
Ao longo de sua vida, recebeu vários prêmios e condecorações pelo seu trabalho de divulgação científica. Sagan é considerado um dos divulgadores científicos mais carismáticos e influentes da história, graças a sua capacidade de transmitir as ideias científicas e os aspectos culturais ao público não especializado.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Sophia de Mello Breyner Andresen



Sophia de Mello Breyner Andresen nasceu a 6 de novembro de 1919 no Porto.[2][3] Sophia era filha de Maria Amélia de Mello Breyner e de João Henrique Andresen. Tem origem dinamarquesa pelo lado paterno. O seu avô, Jan Andresen, desembarcou um dia no Porto e nunca mais abandonou esta região, tendo o seu filho João Henrique, em 1895, comprado a Quinta do Campo Alegre, hoje Jardim Botânico do Porto.[4] Como afirmou em entrevista, em 1993,[5] essa quinta "foi um território fabuloso com uma grande e rica família servida por uma criadagem numerosa".[4] A mãe, Maria Amélia de Mello Breyner, é filha de Tomás de Mello Breyner, conde de Mafra, médico e amigo do rei D. Carlos. Maria Amélia é também neta do capitalista Henrique Burnay, de uma família belgaradicada em Portugal, e futuro conde de Burnay.
Criada na velha aristocracia portuguesa, educada nos valores tradicionais da moral cristã, foi dirigente de movimentos universitários católicos quando frequentava Filologia Clássica na Universidade de Lisboa (1936-1939)[2][3] que nunca chegou a concluir. Colaborou na revista "Cadernos de Poesia", onde fez amizades com autores influentes e reconhecidos: Ruy Cinatti e Jorge de Sena.[2][3] Veio a tornar-se uma das figuras mais representativas de uma atitude política liberal, apoiando o movimento monárquico e denunciando o regime salazarista e os seus seguidores. Ficou célebre como canção de intervenção dos Católicos Progressistas a sua "Cantata da Paz", também conhecida e chamada pelo seu refrão: "Vemos, Ouvimos e Lemos. Não podemos ignorar!"
Casou-se, em 1946, com o jornalista, político e advogado Francisco Sousa Tavares[2][3] e foi mãe de cinco filhos: uma professora universitária de Letras, um jornalista e escritor de renome (Miguel Sousa Tavares), um pintor e ceramista e mais uma filha que é terapeuta ocupacional e herdou o nome da mãe. Os filhos motivaram-na a escrever contos infantis.
Em 1964 recebeu o Grande Prémio de Poesia pela Sociedade Portuguesa de Escritores pelo seu livro Livro sexto. Já depois da Revolução de 25 de Abril, foi eleita para a Assembleia Constituinte, em 1975, pelo círculo do Porto numa lista do Partido Socialista, enquanto o seu marido navegava rumo ao Partido Social Democrata.
Distinguiu-se também como contista (Contos Exemplares) e autora de livros infantis (A Menina do MarO Cavaleiro da DinamarcaA FlorestaO Rapaz de BronzeA Fada Oriana, etc.). Foi também tradutora de Dante Alighieri e de Shakespeare e membro da Academia das Ciências de Lisboa. Para além do Prémio Camões, foi agraciada com um Doutoramento Honoris Causa em 1998 pela Universidade de Aveiro[6] e também foi distinguida com o Prémio Rainha Sofia, em 2003.
Sophia de Mello Breyner Andresen faleceu, aos 84 anos, no dia 2 de Julho de 2004, em Lisboa,[2][3] no Hospital Pulido Valente.[7] O seu corpo foi sepultado no Cemitério de Carnide. Em 20 de fevereiro de 2014, a Assembleia da República decidiu homenagear por unanimidade a poetisa com honras de Panteão.[8][9] A cerimónia de trasladação teve lugar a 2 de julho de 2014.[10][11]
Desde 2005, no Oceanário de Lisboa, os seus poemas com ligação forte ao Mar foram colocados para leitura permanente nas zonas de descanso da exposição, permitindo aos visitantes absorverem a força da sua escrita enquanto estão imersos numa visão de fundo do mar.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

"Filhos leem para os pais...e vice versa"


No passado dia 30 de outubro decorreu na BE uma sessão de "Filhos leem para os pais...e vice versa".
Foram lidos os textos "Sermão de Stº António aos Peixes" de Padre António Vieira e "Lágrimas de Crocodilo" de António Torrado. Ambos os textos serviram de mote para a conversa que se seguiu sobre valores, Educação e Cultura.
Muito obrigada a quem colaborou!
A Professora Responsável: Susel Fonseca

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Curso EFA C - Partilha de Leituras


Os alunos do Curso EFA C mostraram que à noite também se lê, lê-se muito e lê-se bem. Foi num agradável serão de quinta-feira que a turma, acompanhada pelos seus professores, encontrou na Biblioteca Escolar o ambiente adequado à partilha de leituras. Foram muitos os autores apresentados, demonstrando-se a enorme cultura literária dos nossos alunos, leitores assíduos, críticos, para quem o ato de ler não é uma obrigação, mas um momento de prazer, de aprendizagem e de amadurecimento. E assim partilharam os seus gostos, viajando entre os autores portugueses e os estrangeiros, entre o romance e a reflexão sobre a essência da vida, havendo mesmo lugar à discussão e à partilha de ideias e convicções.

Foi neste ambiente de grande envolvimento que se comemorou o “Mês Internacional da Biblioteca Escolar”, em que o livro foi a figura mais importante e a descoberta da leitura o maior bem. Como diz Fernando Pessoa, “Descobri que a leitura é uma forma servil de sonhar. Se tenho de sonhar, porque não sonhar os meus próprios sonhos?”
A Professora Responsável: Maria da Luz Coelho








quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Vítimas dos Incêndios-Campanha de solidariedade


Mês das Bibliotecas – Formação Interpares - 12ºF












A Biblioteca propôs e as alunas aceitaram!
No dia 25 do corrente e integrada no “Mês das Bibliotecas – Formação Interpares”, um grupo de alunas do 12º ano, do Curso Profissional Técnico de Secretariado, no âmbito da disciplina de Técnicas de Secretariado, dinamizou uma sessão, na Biblioteca, sobre o Empreendedorismo, onde participaram os alunos do 8º B.
Foi uma atividade muito interessante, onde os alunos mais novos aprenderam com os alunos mais velhos. Verificou-se uma interacção entre todos. Os alunos do 8º ano foram muito participativos e as alunas dinamizadoras, deram provas de que as suas competências transversais estão em fase de desenvolvimento e evolução.
Mais atividades como estas serão bem-vindas! Parabéns a todos.
Os Professores Responsáveis: Ana Paula Vergamota e José Manuel Rodrigues

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Michael Crichton

John Michael Crichton (Chicago, 23 de outubro de 1942  Los Angeles, 4 de novembro de 2008[1]) foi um autor, roteirista, diretor de cinema, produtor e ex-médico estadunidense mais conhecido por seu trabalho nos gêneros de ficção científica, ficção médica e thriller. Seus livros já venderam mais de 200 milhões de cópias em todo o mundo e muitos foram adaptados em filmes. Em 1994, Crichton tornou-se o único artista criativo a ter obras simultâneas no topo da televisão (ER), cinema (Jurassic Park) e vendas de livros (Disclosure) dos Estados Unidos.[2]

Seu gênero literário pode ser descrito como thriller tecnológico, que é, geralmente, a união de ação e de detalhes técnicos. Seus romancesmuitas vezes exploram a tecnologia e as falhas da interação humana com ela, especialmente resultando em catástrofes com biotecnologia. Muitas das suas novelas têm termos médicos ou científicos, refletindo seu treino médico e científico — Crichton era formado em medicina pela Harvard Medical School. Escreveu, entre outras obras, The Andromeda Strain (1969), Congo (1980), Sphere (1987), Travels (1988), Jurassic Park (1990), Rising Sun (1992), Disclosure (1994), The Lost World (1995), Airframe (1996), Timeline (1999), Prey (2002), State of Fear (2004), Next (2006, o último livro publicado antes de sua morte), Pirate Latitudes (2009), um techno-thriller incompleto, Micro, que foi publicado em novembro de 2011, e Dragon Teeth, um romance histórico ambientado durante a "guerra dos ossos", que será publicado em todo o mundo em maio de 2017.[3] Crichton faleceu no dia 5 de novembro de 2008 de câncer.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

20 de outubro - Feriado Municipal da Covilhã


O passado da Covilhã remonta aos tempos da romanização da Península Ibérica, quando foi castro proto-histórico, abrigo de pastores lusitanos e fortaleza romana conhecida por Cava Juliana ou Silia Hermínia. Quem mandou erguer as muralhas do seu primitivo castelo foi D. Sancho I que em 1186 concedeu foral de Vila à Covilhã. E, mais tarde, foi D. Dinis que mandou construir as muralhas do admirável bairro medieval das Portas do Sol. Era já na Idade Média uma das principais “vilas do reino”, situação em seguida confirmada pelo facto de grandes figuras naturais da cidade ou dos arredores se terem tornado determinantes em todos os grandes Descobrimentos dos sécs. XV e XVI: o avanço no Oceano Atlântico, o caminho marítimo para a Índia, as descobertas da América e do Brasil, a primeira viagem de circum-navegação da Terra. Em plena expansão populacional quando surge o Renascimento, sector económico tinha particular relevo na agricultura, pastorícia, fruticultura e floresta. O comércio e a indústria estavam em franco progresso. Gil Vicente cita “os muitos panos finos”. O Infante D. Henrique, conhecendo bem esta realidade, passou a ser “senhor” da Covilhã. A gesta dos Descobrimentos exigia verbas avultadas. As gentes da vila e seu concelho colaboraram não apenas através dos impostos, mas também com o potencial humano. A expansão para além-mar iniciou-se com a conquista de Ceuta em 1415. Personalidades da Covilhã como Frei Diogo Alves da Cunha, que se encontra sepultado na Igreja da Conceição, participaram no acontecimento. A presença de covilhanenses em todo o processo prolonga-se com Pêro da Covilhã (primeiro português a pisar terras de Moçambique e que enviou notícias a D. João II sobre o modo de atingir os locais onde se produziam as especiarias, preparando o Caminho Marítimo para a Índia) João Ramalho, Fernão Penteado e outros. Entre os missionários encontramos o Beato Francisco Álvares, morto a caminho do Brasil; frei Pedro da Covilhã, capelão na expedição de Vasco da Gama para a Índia, o primeiro mártir da Índia; o padre Francisco Cabral missionário no Japão; padre Gaspar Pais que de Goa partiu para a Abissínia; e muitos outros que levaram, juntamente com a fé, o nome da Covilhã para todas as partes do mundo. Os irmãos Rui e Francisco Faleiro, cosmógrafos, tornaram-se notáveis pelo conhecimento da ciência náutica. Renascentista é Frei Heitor Pinto, um dos primeiros portugueses a defender, publicamente, a identidade portuguesa. A sua obra literária está expressa na obra “Imagem da Vida Cristã”. Um verdadeiro clássico. A importância da Covilhã, neste período, explica-se não apenas pelo título “notável” que lhe concedeu o rei D. Sebastião como também pelas obras aqui realizadas e na região pelos reis castelhanos. A Praça do Município foi até há poucos anos, de estilo filipino. Nas ruas circundantes encontram-se vários vestígios desse estilo. No concelho também. Exemplos de estilo manuelino também se encontram na cidade. É o caso de uma janela manuelina da judiaria da Rua das Flores. É o momento de citar o arquitecto Mateus Fernandes, covilhanense, autor do projecto da porta de entrada para as Capelas imperfeitas, no mosteiro da Batalha.
As duas ribeiras que descem da Serra da Estrela, Carpinteira e Degoldra, atravessam o núcleo urbano e estiveram na génese do desenvolvimento industrial. Elas forneciam a energia hidráulica que permitiam o laborar das fábricas. Junto a essas duas ribeiras deve hoje ser visto um interessante núcleo de arqueologia industrial, composto por dezenas de edifícios em ruínas. Nos dois locais são visíveis dezenas de antigas unidades, de entre as quais se referem a fábrica-escola fundada pelo Conde da Ericeira em 1681 junto à Carpinteira e a Real Fábrica dos Panos criada pelo Marquês de Pombal em 1763 junto à ribeira da Degoldra. Esta é agora a sede da Universidade da Beira Interior na qual se deve visitar o Museu de Lanifícios, já considerado o melhor núcleo museológico desta indústria na Europa. 
A Covilhã foi, finalmente, elevada à condição de cidade a 20 de Outubro de 1870 pelo Rei D. Luís I, por ser “uma das villas mais importantes do reino pela sua população e riqueza”.



quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Dia Mundial da Música



Foi um momento de partilha e mostra de talentos das nossas alunas do 11,ºD1 ao qual assistiram alunas  do 11º E, além de vários professores e da Diretora da Escola.
Parabéns pelo talento e obrigada pela partilha!